Carlos Chaves Monteiro: “Só a nossa candidatura defende a saúde dos guardenses”
O presidente da Câmara considera “incrível como é que alguém pode ser contra o novo hospital privado” que conseguiu trazer para a Guarda. A unidade abrirá portas em 2024 e terá uma vasta oferta: consultas de todas as especialidades médicas e cirúrgicas, imagiologia completa (com TAC e Ressonância Magnética) e exames de diagnóstico de várias especialidades, incluindo gastrenterologia, pneumologia, cardiologia, otorrinolaringologia, urologia e neurologia, entre outras. Haverá um serviço de urgência, bloco operatório e internamento até 20 camas.
A candidatura “Mais e Melhor Guarda” é a única força política que, nestas eleições autárquicas, considera a saúde dos guardenses uma prioridade. Na conferência de imprensa que na passada terça-feira, dedicou aos projetos para a saúde no próximo mandato autárquico – com destaque para o novo hospital privado que irá nascer nos terrenos do antigo matadouro – Carlos Chaves Monteiro denunciou os candidatos “que atacam bons projetos que melhoram o acesso dos guardenses à saúde apenas por razões partidárias e por mera ambição pessoal”.
O presidente da Câmara da Guarda e candidato a novo mandato fez um ponto de situação dos últimos dois meses. “Enquanto o Governo do Partido Socialista e os seus representantes locais atacam a Guarda e os seus cidadãos destacando para a sua Unidade Local de Saúde apenas sete médicos, o presidente da Câmara mobilizou a Comunidade Intermunicipal, a Entidade Reguladora da Saúde e a Presidência da República para reverter essa medida e trazer mais médicos do Serviço Nacional de Saúde para a Guarda – SNS”, afirmou Carlos Chaves Monteiro.
“Enquanto outros candidatos querem travar a todo o custo investimento na saúde no concelho, a Câmara Municipal conseguiu trazer para a Guarda um novo hospital privado que irá ser complementar ao SNS”, afirmou o presidente da Câmara. “Com este investimento privado, a Guarda irá passar a proporcionar aos seus cidadãos um acesso a exames, a diagnósticos e a cuidados de saúde com a mesma qualidade e a mesma rapidez das áreas metropolitanas e Lisboa, Porto e Coimbra e de outras cidades vizinhas”. O autarca considerou “incrível que alguém possa ser contra isto!”
Hospital privado irá atrair mais médicos para a ULS da Guarda
As obras do novo hospital deverão iniciar-se em 2022, depois do Memorando de Entendimento entre o Município da Guarda, a sociedade Hospital Terra Quente e o fundo MedCapital ter sido assinado na semana passada. Estima-se que o empreendimento esteja concluído em 2024, num investimento superior a 10 milhões de euros.
O Hospital terá uma oferta multidisciplinar, com uma forte componente ambulatória de consultas – todas as especialidades médicas e cirúrgicas – oferta completa de imagiologia (incluindo equipamentos mais pesados como TAC e Ressonância Magnética), exames de diagnóstico de várias especialidades – incluindo gastrenterologia, pneumologia, cardiologia, otorrinolaringologia, urologia e neurologia, entre outras. O hospital terá um serviço de urgência, bloco operatório e internamento com cerca de 10 a 20 camas.
Estima-se que o investimento nesta unidade hospitalar irá criar direta e indiretamente cerca de 180 postos de trabalho, prevendo-se que a sua capacidade de atendimento oscile entre os 400 e os 500 utentes por dia. O projeto inclui também uma residência sénior que contará com 80 camas e com um centro de dia com capacidade para 30 utentes: esta vertente deverá assegurar mais 30 postos de trabalho, permitindo reforçar de forma significativa a oferta deste tipo de serviços de qualidade na região.
“Este hospital privado será um fator importante para a captação de médicos para a Guarda e para a própria Unidade Local de Saúde”, afirmou Carlos Chaves Monteiro. “Para além dos seus benefícios para a saúde dos guardenses e dos habitantes de toda a região da Guarda, o novo hospital privado terá também um grande impacto, muito positivo, na geração de emprego de qualidade na cidade e na requalificação do espaço do antigo Matadouro, que há muito estava degradado”.

