FORNOS DE ALGODRES:A Praia Fluvial da Ponte de Juncais celebrou a cultura e as tradições no Festival de Folclore “Margem do Mondego”
A Praia Fluvial da Ponte A Praia Fluvial da Ponte de Juncais foi, durante a tarde deste domingo, palco de um verdadeiro encontro com as tradições, acolhendo mais uma edição do Festival de Folclore “Margem do Mondego”.
Num ambiente de grande convívio e alegria, os grupos participantes deram vida ao palco através da música, da dança, dos cantares e dos trajes tradicionais, proporcionando ao público uma autêntica viagem pelas raízes e pela identidade cultural das diferentes regiões representadas.
O festival voltou a afirmar-se como um importante momento de valorização do património imaterial, promovendo o encontro entre gerações e reforçando o papel fundamental que o folclore desempenha na preservação da memória coletiva, dos usos, costumes e tradições que fazem parte da história dos nossos territórios.
Num cenário natural de excelência, como é a Praia Fluvial da Ponte de Juncais, o evento proporcionou uma tarde de animação, partilha e celebração da cultura popular, reunindo participantes e visitantes em torno de um património que importa preservar e transmitir às gerações futuras.
Mais do que um espetáculo, iniciativas desta natureza assumem uma importância crescente na dinamização cultural do interior, no fortalecimento do movimento associativo e na promoção do território, contribuindo para manter vivas as tradições e afirmar a riqueza da identidade das Beiras.
O Festival de Folclore “Margem do Mondego” voltou, assim, a demonstrar que investir na cultura é investir na identidade, na coesão social e no futuro destes territórios, onde as tradições continuam a ser um dos maiores símbolos de pertença e orgulho das suas comunidades.
A edição deste ano contou com a participação do Rancho Folclórico de Figueiró da Granja., Rancho Folclórico de Vila Nova Foz Côa, Rancho Folclórico Sénior de Fornos de Algodres e o Rancho Folclórico e Etnográfico de Maiorca, Figueira da Foz, que trouxeram ao palco as danças, cantares e trajes característicos das suas regiões, proporcionando ao público um espetáculo de elevada qualidade e autenticidade.
Cada atuação refletiu o empenho dos seus elementos na preservação do património cultural, demonstrando que o folclore continua bem vivo graças ao trabalho desenvolvido por centenas de voluntários que, geração após geração, mantêm acesa a chama das tradições portuguesas.
