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Diretor: Paulo Menano

Música, Teatro, Som e Imagem trazem Cabral à Covilhã

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE) promove o Festival Cultural “Cultura em Rede’22 – Beiras, Raia Histórica e Serra da Estrela”, que contempla a realização de 75 espetáculos, que decorrem até outubro e irão percorrer os 15 municípios da CIM-BSE, dos quais a Covilhã faz parte.

Tendo como objetivo valorizar os artistas e grupos artístico-culturais locais, num contexto de colaboração e cooperação entre as associações, que se unem com o propósito de afirmar a cultura identitária, este Festival assenta nos eixos cultura / território / turismo.

Assim, apostando na qualidade, diversidade e diferenciação dos programas, tendo em conta a valorização do património cultural e natural e a captação de novos fluxos turísticos, a Covilhã recebe os seguintes espetáculos:

24 junho, 21:30, Largo do Calvário – “Cabrália 16º Sul 39º Oeste”
06 agosto, 21:30, Largo do Calvário – “Da Beira com Amor”
02 setembro, 21:30, Largo do Calvário – “Identerioridades”

Na sexta-feira, dia 24 de junho, pelas 21:30 horas, sobe ao palco do Largo do Calvário o espetáculo multidisciplinar “Cabrália 16º sul, 39º oeste”, centrado na figura do navegador Pedro Álvares Cabral e na descoberta do Brasil.

Através da música, do teatro, com efeitos sonoros inesperados e projeção de imagens animadas, um narrador vai comentando os quadros da história, a partir de textos do belmontino Dário Gonçalves, de Fernando Pessoa e de Pêro Vaz de Caminha.

Na construção do espetáculo estarão presentes o grupo de teatro “Aquilo Teatro” e os alunos da Escola de Música do Centro de Cultura Pedro Álvares Cabral, em parceria com o Grupo de Bombos do Rancho Folclórico da Casa do Povo do Souto da Casa e o projeto Jump.

SINOPSE

CABRÁLIA 16º SUL, 39º OESTE é um espetáculo multidisciplinar centrado na figura do navegador Pedro Álvares Cabral e no período histórico em que ocorre o achamento do Brasil. Todos os quadros evocados seguem uma ordem cronológica e pretendem centrar a atenção dos espectadores numa sequência narrativa que salienta momentos históricos, mas também populares, de forte emotividade. Centrado na música, o espetáculo é enriquecido por momentos teatrais, efeitos sonoros inesperados e projeção de imagens animadas. Um narrador vai comentando alguns dos quadros da história, a partir de textos de Dario Gonçalves. Algumas canções têm texto deste escritor belmontino, mas também se ouvem textos de Fernando Pessoa e de Pêro Vaz de Caminha. A música, composta por Helder Filipe Gonçalves, tenta não só evocar as sonoridades da época, como também trazer atualidade às sonoridades musicais apresentadas. Elementos musicais mais atonais, assim como outros que usam compassos mistos, têm não só o propósito de mostrar como evolui a narrativa como também levar os jovens músicos a ficarem familiarizados com outros recursos menos usuais. Os alunos da Escola de Música do Centro de Cultura Pedro Álvares Cabral, bem como o grupo de teatro Aquilo Teatro, o Grupo De Bombos Do Rancho Folclórico Da Casa Do Povo De Souto Da Casa e o Projeto Jump serão os intervenientes na construção do espetáculo, preparando-se com diversos ensaios. Instrumentistas ou cantores.

FICHA ARTÍSTICA: Aquilo Teatro CRL em parceria com Casa do Povo do Souto da Casa, Grupo de Bombos.