Alexandre Lote recandidata-se à Federação da Guarda do Partido Socialista
Apresento a minha candidatura à Presidência da Federação da Guarda do Partido Socialista, e seria para mim uma honra contar com o vosso apoio e participação.
O projeto que proponho para os próximos dois anos assenta numa mensagem clara e mobilizadora: abrir o Partido em cada um dos concelhos da nossa Federação e agir em prol das nossas gentes, do desenvolvimento do nosso território e da construção de políticas que garantam a igualdade de oportunidades entre pessoas e territórios.
Abrir o Partido significa promover uma participação mais ampla — com mais jovens e mulheres, mas também com maior envolvimento de simpatizantes e de todos os que se reveem na matriz de valores do Partido Socialista.
Para isso, é fundamental ouvir diferentes perspetivas e adotar formatos inovadores, capazes de criar mais espaços de participação e de partilha, reforçando assim a capacidade da nossa Federação para apresentar propostas ao distrito.
Mas abrir o Partido significa também valorizar a militância: aumentar o número de militantes em todas as estruturas concelhias, melhorar a comunicação entre militantes e Federação e reforçar a nossa capacidade de resposta — com mais proximidade, rapidez e eficácia — aos desafios que nos são colocados.
Agir é, por isso, essencial. E agir, para nós, é assumir uma agenda clara de valorização do Distrito da Guarda, alinhada com a visão europeia para os territórios rurais: um distrito mais forte, mais ligado, mais resiliente e mais próspero.
Essa visão traduz-se em prioridades muito concretas:
1) Um distrito mais forte
Na economia, no emprego e na qualidade de vida, devemos reforçar a capacidade de atrair e fixar pessoas, promovendo investimento, empreendedorismo e valorização dos recursos endógenos. Isto passa também por investir na Cultura, no Desporto e no Turismo como motores de identidade, coesão e dinamismo, com impacto real no comércio, na restauração e nos serviços.
3) Um distrito mais preparado
Devemos defender serviços públicos de proximidade, com prioridade para a Saúde e a Educação, e reforçar a Ação Social, para que ninguém fique para trás. Preparar o território é também reforçar a Proteção Civil, a Segurança, a prevenção e a resposta aos riscos, bem como políticas de Ambiente e Ordenamento do Território que valorizem o espaço rural e protejam pessoas e património.
4) Um distrito mais próspero
É essencial valorizar a Agricultura e os sistemas rurais, com modernização, inovação e sustentabilidade, criando rendimento, acrescentando valor e promovendo cadeias curtas e competitivas. Devemos ainda lutar por habitação acessível e adequada, e por políticas para a Juventude e para as Migrações que respondam ao desafio demográfico: fixar quem cá vive e integrar quem escolhe viver e trabalhar no nosso distrito.
Agir implica também colocar na agenda duas reformas decisivas para os territórios de baixa densidade: a reflexão sobre um novo modelo de lei eleitoral, que devolva importância aos círculos eleitorais de menor dimensão, e uma nova Lei das Finanças Locais, mais justa e ajustada às necessidades da região — essencial para o futuro dos nossos concelhos.
Agir significa ainda ser um ponto de credibilidade e exigência perante as diferentes estruturas da administração central e regional, reclamando responsabilidade, critério e eficiência na melhoria concreta da qualidade de vida dos nossos cidadãos.
É com base nestes dois propósitos — Abrir e Agir — que vos convido a estarem presentes na apresentação da minha candidatura, na próxima segunda-feira, dia 25 de maio, às 21h00, na sede da Federação da Guarda do Partido Socialista, onde apresentarei as principais ideias do projeto que pretendo desenvolver convosco, em defesa intransigente de todos os cidadãos dos 14 concelhos do nosso distrito.
