Comunicado CPS do PSD da Guarda: Vacinação sem rumo
As Vacinas para a COVID-19 vieram trazer esperança onde havia descrença perante uma pandemia que não dá tréguas e que nos tira a saúde, a liberdade e a economia.
A ciência veio em nossa ajuda e numa corrida contrarrelógio conseguiu encontrar soluções que permitem pensar que finalmente poderemos vencer uma batalha que muitos consideravam perdida.
A Comunidade Europeia tantas vezes criticada, negociou e conseguiu doses para os países membros.
Mas as vacinas são ainda escassas, pois a sua produção em quantidade e no espaço de tempo que todos desejaríamos, não será possível nos próximos meses.
A tarefa de vacinar todos e não deixar ninguém para trás no mais curto espaço de tempo é hercúlea e representa um desafio logístico e por vezes moral a Portugal que muitos ainda não compreenderam.
A vacinação à COVID-19 é o maior desafio da Sociedade
Portuguesa na área da saúde a seguir à criação do SNS .
O Governo do PS escolheu um seu antigo Secretário de Estado, Francisco Ramos, para a liderança da “Task Force” que decidiu implementar para vacinar os Portugueses.
Foram estabelecidos os grupos prioritários:
Fase 1:
● A partir de dezembro de 2020:
○ Profissionais de saúde envolvidos na prestação de cuidados a doentes;
○ Profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos;
○ Profissionais e residentes em Estruturas Residenciais para
Pessoas Idosas (ERPI) e instituições similares;
○ Profissionais e utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).
● A partir de fevereiro de 2021:
○ Pessoas de idade ≥50 anos, com pelo menos uma das seguintes patologias:
■ Insuficiência cardíaca;
■ Doença coronária;
■ Insuficiência renal (Taxa de Filtração Glomerular < 60ml/min);
■ (DPOC) ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração.
Após a enorme campanha mediática que o Governo de António Costa lançou na chegada das primeiras vacinas a solo Português, fazendo de uma vacina um quase verdadeiro ato político, vieram ao de cima o domínio do aparelho do estado e o clientelismo a que este Governo infelizmente já nos habitou .
A vacinação não prioritária de deputados, autarcas, diretores e funcionários da segurança social, de administrativos do INEM, de administrativos e dirigentes de Administrações de Saúde e direções inteiras de IPSS ‘S que não estão na primeira linha de combate à pandemia, foram os escândalos que se seguiram .
Até mesmo os funcionários de uma pastelaria e um dono de um restaurante de francesinhas que estavam “mais à mão” foram vacinados.
Tudo isto porque a suposta “Task Force” não antecipou a possibilidade de haver alegadas “sobras” e não fez listas de vacinação de reserva de um bem que é tão escasso e importante.
Só depois de escândalos sucessivos é que se lembram de fazer uma lista de prioridades?
Enquanto isso os profissionais de saúde privada, os bombeiros e outros profissionais que lidam diariamente com o vírus, a muito custo, eram finalmente incluídos quase por favor. Mas não nos esqueçamos dos profissionais dos centros de exames e tratamentos, das farmácias, das agências funerárias, entre outros.
Encaremos com Sentido de Responsabilidade e de Estado as verdadeiras prioridades.
A gestão da pandemia em Portugal pelo Governo de António Costa tem sido errática e incompetente.
Onde está o planeamento e a organização Sra. Ministra da Saúde?
Já pensaram em como e quando as vacinas irão chegar às aldeias e aos territórios do interior que tantas vezes o centralismo de Lisboa esqueceu?
É que nas nossas aldeias e territórios do interior ficaram apenas os pais e os avós acompanhados pela solidão. Em Portugal vivem mais de 42.000 idosos em situação de isolamento. Só no Distrito da Guarda são 4585 Idosos segundo a Operação Censos Sénior 2020 levada a cabo pela GNR.
É urgente o Estado Português desenvolver um plano para vacinar esta nossa população que muitas vezes não tem ninguém que a possa apoiar.
Os nossos idosos não podem ficar para trás.
A nossa GNR já fez o enorme e fundamental serviço de saber onde estão!
Basta perguntar e operacionalizar com a nossa GNR e todos serão vacinados.
A ciência veio em nossa ajuda e numa corrida contrarrelógio conseguiu encontrar soluções que permitem pensar que finalmente poderemos vencer uma batalha que muitos consideravam perdida.
A Comunidade Europeia tantas vezes criticada, negociou e conseguiu doses para os países membros.
Mas as vacinas são ainda escassas, pois a sua produção em quantidade e no espaço de tempo que todos desejaríamos, não será possível nos próximos meses.
A tarefa de vacinar todos e não deixar ninguém para trás no mais curto espaço de tempo é hercúlea e representa um desafio logístico e por vezes moral a Portugal que muitos ainda não compreenderam.
A vacinação à COVID-19 é o maior desafio da Sociedade
Portuguesa na área da saúde a seguir à criação do SNS .
O Governo do PS escolheu um seu antigo Secretário de Estado, Francisco Ramos, para a liderança da “Task Force” que decidiu implementar para vacinar os Portugueses.
Foram estabelecidos os grupos prioritários:
Fase 1:
● A partir de dezembro de 2020:
○ Profissionais de saúde envolvidos na prestação de cuidados a doentes;
○ Profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos;
○ Profissionais e residentes em Estruturas Residenciais para
Pessoas Idosas (ERPI) e instituições similares;
○ Profissionais e utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).
● A partir de fevereiro de 2021:
○ Pessoas de idade ≥50 anos, com pelo menos uma das seguintes patologias:
■ Insuficiência cardíaca;
■ Doença coronária;
■ Insuficiência renal (Taxa de Filtração Glomerular < 60ml/min);
■ (DPOC) ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração.
Após a enorme campanha mediática que o Governo de António Costa lançou na chegada das primeiras vacinas a solo Português, fazendo de uma vacina um quase verdadeiro ato político, vieram ao de cima o domínio do aparelho do estado e o clientelismo a que este Governo infelizmente já nos habitou .
A vacinação não prioritária de deputados, autarcas, diretores e funcionários da segurança social, de administrativos do INEM, de administrativos e dirigentes de Administrações de Saúde e direções inteiras de IPSS ‘S que não estão na primeira linha de combate à pandemia, foram os escândalos que se seguiram .
Até mesmo os funcionários de uma pastelaria e um dono de um restaurante de francesinhas que estavam “mais à mão” foram vacinados.
Tudo isto porque a suposta “Task Force” não antecipou a possibilidade de haver alegadas “sobras” e não fez listas de vacinação de reserva de um bem que é tão escasso e importante.
Só depois de escândalos sucessivos é que se lembram de fazer uma lista de prioridades?
Enquanto isso os profissionais de saúde privada, os bombeiros e outros profissionais que lidam diariamente com o vírus, a muito custo, eram finalmente incluídos quase por favor. Mas não nos esqueçamos dos profissionais dos centros de exames e tratamentos, das farmácias, das agências funerárias, entre outros.
Encaremos com Sentido de Responsabilidade e de Estado as verdadeiras prioridades.
A gestão da pandemia em Portugal pelo Governo de António Costa tem sido errática e incompetente.
Onde está o planeamento e a organização Sra. Ministra da Saúde?
Já pensaram em como e quando as vacinas irão chegar às aldeias e aos territórios do interior que tantas vezes o centralismo de Lisboa esqueceu?
É que nas nossas aldeias e territórios do interior ficaram apenas os pais e os avós acompanhados pela solidão. Em Portugal vivem mais de 42.000 idosos em situação de isolamento. Só no Distrito da Guarda são 4585 Idosos segundo a Operação Censos Sénior 2020 levada a cabo pela GNR.
É urgente o Estado Português desenvolver um plano para vacinar esta nossa população que muitas vezes não tem ninguém que a possa apoiar.
Os nossos idosos não podem ficar para trás.
A nossa GNR já fez o enorme e fundamental serviço de saber onde estão!
Basta perguntar e operacionalizar com a nossa GNR e todos serão vacinados.
