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Diretor: Paulo Menano

Fernando Figueiredo quer mais para a Polícia Municipal de Viseu


O candidato da Iniciativa Liberal à CMV , Fernando Figueiredo, defendeu ontem uma maior atenção na Policia Municipal. Criticando o “sistemático desprezo que o governo central tem emprestado a Viseu em matéria de reforço de efetivos policiais”, o candidato sustentou que tem sido o poder local, a autarquia e os meios da policia municipal a “suprir e bem algumas dessas limitações”.

No entender do candidato, a polícia municipal tem sido “o parente pobre da segurança”, e deu como exemplo o facto de serem apenas 25 na sua totalidade e estando em permanente contacto com o publico, “não tiveram lugar na lista prioritária da vacinação”.

A candidatura da Iniciativa Liberal afirma igualmente “que a policia municipal também tem falta de efetivos, bastando atentar ao seu Quadro orgânico constante da Resolução do Conselho de Ministros número 44/2002 com mais de 20 anos sem estar preenchido e portanto, cabe à autarquia apoiar-se nessa legislação para suprir essas limitações. É importante que à luz da realidade atual sejam revistas as questões de progressão na carreira, de promoção interna e de coordenação de comando versus remuneração salarial”. Segundo Fernando Figueiredo, “Neste momento os 10 efetivos em falta para preencher o QO e os ajustes necessários internos nas suas carreiras mais que uma regalia dos agentes municipais é um dever da autarquia resolver”.

Num último apontamento, o candidato manifestou-se “preocupado com as condições de funcionamento das atuais instalações, com um armeiro num local onde diariamente entram e saem centenas de pessoas, como é o caso do Pavilhão Multiusos”. A promessa de instalação da Policia Municipal em condições “dignas e funcionais” já atravessou vários mandatos e não faltando espaços na cidade para essa finalidade Fernando Figueiredo aponta a “falta de vontade politica” como razão para manter “este estado de coisas”, que no seu entender “não se justificam porquanto, a despesa em segurança de pessoas, bens e património concelhio é um investimento”.